Alguma sugestão?
22 de fevereiro de 2009
14 de fevereiro de 2009
From The Basement
O conceito é fechar um músico e os seus instrumentos numa cave.Entre os muitos e bons convidados, surge Andrew Bird. Daqui para a frente o texto deixa de interessar. Onde está o play?
7 de fevereiro de 2009
3 de fevereiro de 2009
O Calendário
Acordo para mais um dia. Este dia que agarro com ambas as mãos, com a força de um leão. No calendário é só mais um dia. Risco-o com uma cruz, mal definida como as linhas da vida. Incertas, desbotadas e frágeis. Passava por ele e não era foco da minha atenção. Nunca o foi. Ainda marcava Setembro de 2008. Tanta vez olhei mas não vi, como aquelas coisas que estão mas não estão e acabam por passar despercebidas. Tanta coisa que estava lá. O relógio parado há anos, a carta que escreveste em cima do baú, a planta não regada, a fotografia sem moldura, o lápis por aguçar e o beijo por dar. Folheei-o até à data de hoje e tudo começou com a cruz incerta como a minha vida. Porquê eu? Porquê a minha vida a desmoronar? Porquê o meu calendário a terminar? Dei corda, reli-a e guardei-a, reguei-a, emoldurei-a e agucei-o para poder riscar os dias seguintes. Guardei-o para to poder dar, ainda hoje. O beijo que devia ter saído de mim há muito tempo e o qual já te devia pertencer. Todos os dias uma nova cruz. Dias do calendário vividos como deveria ter vivido toda a minha vida. Todos os dias uma nova cruz, até o carvão do lápis acabar.
30 de janeiro de 2009
o meu dicionário
Fim-de-semana, s. m. espaço de tempo que decorre desde o beijo das dezanove horas de sexta-feira, de um longo acordar de sábado com o esboço do teu sorriso até domingo à noite com o toque dos teus lábios quando os olhos repousam na almofada.
29 de janeiro de 2009
28 de janeiro de 2009
27 de janeiro de 2009
Código de Barras
Passaram os meus anos, passou o teu aniversário e eu sem postar. Muitas vezes à espera que as palavras saíssem, outras vezes saíam disparadas mas o tempo era pouco para as agarrar. A verdade é que sinto saudades de me sentar e estar um bocado contigo. O teu 4º aniversário. Apesar de as palavras não terem estado presentes, estão todos os dias sentidas por mim. Tenho muito orgulho em ti. Nestes 4 anos partilhámos, lutámos, chorámos, vencemos, sorrimos, crescemos, apaixonámo-nos, sentimos saudades, abraçámos os amigos, visitámos as suas casas e convidámo-los para a nossa. Trouxeste-me o melhor da vida, a felicidade. És o meu cantinho, o que dá vida às minhas palavras e forma aos meus sentimentos. As tuas barras têm-me bem presa, os códigos, com maior ou menor frequência, acabarão sempre por aqui aparecer.
6 de janeiro de 2009
1 de janeiro de 2009
Subscrever:
Mensagens (Atom)

